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9 de fev. de 2011

Componentes Criticas

Recepção 
Objectivo: dar continuidade à acção atacante através de uma correcta circulação da bola.

Componentes Críticas: 
1 - Procurar receber a bola, sempre que possível com as duas mãos;
2 - Olhar sempre para a bola, até que ela fique sob total controlo por parte do jogador;
3 - Dedos afastados mas descontraídos e direccionados para a bola no momento da recepção (mãos em forma de concha)
4 - Ir ao encontro da bola;
5 - Membros superiores em extensão e em direcção à bola;
6 - Na recepção, os membros superiores flectem ligeiramente, ao encontro do peito;
                                           
Passe de Peito
Objectivo: Permite que a equipa mantenha a posse de bola e avance rapidamente no campo.

Componentes Críticas:
1 - Cotovelos junto ao corpo na fase inicial do movimento;
2 - Segurar a bola junto ao peito com as duas mãos;
3 - Extensão completa dos membros superiores em direcção ao alvo;
4 - A bola é empurrada na parte final, através de uma rápida rotação dos pulsos para fora;
5 - Direccionar a bola à altura do peito do colega, dando um passo em frente;
6 - Posição final das mãos – palmas para fora e polegares a apontar para dentro e para baixo.
                            
Passe Picado

Objectivo: Permite que a equipa mantenha a posse da bola e avance rapidamente no campo.
Componentes Criticas:
1 - Cotovelos junto ao corpo na fase inicial do movimento;
2 - Segurar a bola logo abaixo do peito com as duas mãos;
3 - Extensão dos membros superiores para baixo e para a frente, impelindo a bola para o solo;
4 - Rotação externa dos pulsos na fase final do movimento;
5 - Ressalto da bola até à cintura do receptor.
                                            

Drible
Objectivo: Permite ao jogador deslocar-se mantendo a posse da bola.
Componentes Criticas:
1 - Olhar em frente sem perder o controlo da bola;
2 - Bola controlada pelos dedos afastados, conseguindo assim um maior contacto possível com a mesma;
3 - A altura do drible é aproximadamente ao nível da cintura;
4 - Posição da bola mais inclinada em relação ao corpo, sendo empurrada para a frente, utilizando a mão (ampla flexão do pulso) e membros superiores (ligeira flexão do cotovelo).
                      
Lançamento em Apoio

Componentes Criticas:

1 - Bola segura com as duas mãos junto ao peito;
2 - Extensão do membro superior de lançamento, para a frente e para cima, com trabalho de pulso (flexão/extensão);
3 - Movimento de lançamento continuo;
Mão que lança: · Dedos afastados;
                             · Extensão completa do pulso;
                             · Palma da mão não toca na bola;
Mão de apoio:   · Posição lateral face à bola;
                             · Dedos afastados e apontados para cima;
                             · Polegares formam um T sem se tocarem.
                                           

Lançamento na Passada

Objectivo: converter cesto, com a máxima aproximação à tabela

Componentes Criticas:
1 - Os dois apoios são realizados em dois tempos rítmicos, sendo o primeiro apoio executado com o pé mais distante do cesto;
2 - Sequencia dos Apoios:
- Lado direito: direito/esquerdo/lançamento;
- Lado esquerdo: esquerdo/direito/lançamento
3 - Junto ao cesto existe uma impulsão vertical que é maximizada pela subida enérgica do joelho do lado da mão lançadora (mão contrária ao pé de chamada);
4 - Flexão final do pulso do membro superior lançador
               

Gestos Técnicos

Drible

O drible pode ser:
Drible de progressão – Utilizado fundamentalmente para sair de uma zona congestionada e avançar no terreno.
Drible de protecção – Serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e para garantir a posse de bola. É um tipo de drible, que face a uma maior proximidade do defesa, o jogador tem de dar maior atenção à protecção da bola.

Regras de Drible
Quando se dribla pode-se executar-se um número indefinido de passos. Quando em posse de bola, o jogador não pode batê-la com as duas mãos simultaneamente, nem efectuar dois dribles consecutivos, ou seja, driblar, agarrar e voltar a driblar.

Passe
O passe tem como objectivo a colocação da bola num companheiro que se encontre em melhor posição, para a progressão no terreno de jogo.

Existem vários tipos de passe:

Passe de Peito –
Como o próprio nome indica, este passe é realizado com a bola à altura do peito e lançada frontalmente na direcção do alvo. Neste movimento os polegares dão a força ao passe e no final as palmas das mãos devem ficar apontar para fora
Como fazer?
Colocar os cotovelos junto ao corpo; Avançar uma das pernas;Executar um movimento de repulsão com os braços com uma rotação dos pulsos; Após o passe, as palmas das mãos devem ficar viradas para fora com os polegares a apontar para dentro e para baixo.

Passe picado – Muito semelhante ao passe de peito, tendo em conta que o alvo inicial é o solo; O ressalto da bola terá um objectivo comum ao do passe de peito, ou seja, a mão do colega ou as zonas próximas do peito.
Como fazer?
Colocar os cotovelos junto ao corpo; Avançar um das pernas;Executar um movimento de repulsão com os braços com uma rotação dos pulsos;Dirigir o passe para a frente e para o solo a uma pequena distância dos pés do colega; Após o passe, as palmas das mãos devem ficar viradas para fora com os polegares a apontar para dentro e para baixo.

Passe de ombro – É utilizado nas situações que solicitam um passe mais longo. É um tipo de passe com uma trajectória tensa (sem arco), e em direcção ao alvo.
Como fazer?
Agarrar a bola com as duas mãos e colocá-la no ombro;Colocar o cotovelo numa posição levantada; Fazer a extensão do braço e simultaneamente avançar o corpo e a perna do lado da bola, impulsionando-a desta forma.

Passe por cima da cabeça – É usado quando existe um adversário entre dois jogadores da mesma equipa.
Como fazer?
Elevar os braços acima da cabeça com a bola entre as duas mãos;Avançar uma das pernas e impulsionar a bola para a frente; Executar o passe com o movimento de braços;

4 de fev. de 2011

Alterações às Regras de Basquetebol

FIBAA FIBA aprovou algumas alterações ao regulamento existente, no sentido de tentar aproximar as regras existentes em todas as competições de basquetebol, tentando diminuir as diferenças que se verificam entre alguns campeonatos. Assim, o objectivo é que no futuro as regras sejam iguais para todos os campeonatos. Algumas das alterações entram já em vigor após as Olimpíadas de Pequim, enquanto que outras apenas vigorarão em 2010 (para as competições mais importantes da FIBA como Jogos Olímpicos e Campeonatos do Mundo e Continentais), enquanto que para as restantes competições nacionais e internacionais essas mesmas regras apenas se aplicarão em 2012.

Algumas alterações para Outubro de 2008:

- Jogadores não podem usar t-shirts por baixo do equipamento oficial;
- É legal se um jogador cair no chão e deslizar com posse de bola;
- Se um defensor provocar contacto lateral ou por trás na tentativa de parar um contra-ataque e não houver mais nenhum defensor entre o atacante e o cesto, será considerada falta anti-desportiva;
- Será falta técnica a movimentação excessiva dos cotovelos, mesmo que não haja contacto;

Algumas alterações para 2010/2012

Novo campo
- A àrea-restritiva passará a ser um rectângulo;
- A linha dos 3 pontos passará a estar a 6,75m de distância do cesto;
- Serão desenhadas duas pequenas linhas fora de campo, na linha lateral oposta aos bancos de suplentes e mesa de jogo, a 8,325m da linha final (ou seja, equivalente ao topo da linha de 3 pontos). Quando uma equipa que estiver com posse de bola pedir desconto de tempo nos dois últimos minutos de jogo, irá colocar a ‘bola em jogo’ nessa mesma linha desenhada fora de campo, na sua respectiva zona ofensiva, ao contrário do que acontece actualmente em que a bola é reposta na linha do meio-campo.
- Será desenhado, por baixo do aro, um semi-círculo com 1,25m de raio. As cargas ofensivas existentes dentro dessa zona não serão consideradas como faltas atacantes.
- A regra dos 24 segundos de tempo de ataque também irá sofrer alterações. Se a reposição de bola for efectuada no meio-campo defensivo, a equipa atacante terá novamente 24 segundos de ataque à sua disposição. Se a reposição for feita no meio-campo ofensivo e faltarem mais de 14 segundos para acabar o ataque, os 24 segundos não serão respostos, mantendo-se o tempo que falta. Se a reposição for feita no meio-campo ofensivo e quando o jogo for interrompido faltarem menos de 13 segundos para acabar o tempo de ataque, o relógio dos 24 segundos deverá voltar aos 14 segundos, sendo esse o tempo que a equipa terá para atacar.